Página do Projecto RCAAP (Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal)
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A 9ª Conferência-Luso Brasileira de Acesso Aberto (ConfOA) regressa a Lisboa em 2018. Este ano, a instituição que irá acolher a 9ª ConfOA é o ISCTE-IUL, uma prestigiada instituição universitária portuguesa, com uma já longa atividade no domínio do Acesso Aberto. A 9º Conferência-Luso Brasileira de Acesso Aberto realiza-se nos dias 2 e 3 de outubro (com workshops pós-conferência previstos para 4 de outubro), no campus do ISCTE-IUL no centro de Lisboa.
Mantendo o tema da ConfOA anterior “Do Acesso Aberto à Ciência Aberta”, a 9ª ConfOA pretende consolidar o alargamento do âmbito da Conferência, considerando o Acesso Aberto como um componente central, e uma condição indispensável, da Ciência Aberta, que abrange várias outras dimensões. A ConfOA pretende reunir as comunidades portuguesa, brasileira, bem como dos restantes países lusófonos, que desenvolvem atividades de investigação, desenvolvimento, gestão de serviços e definição de políticas relacionadas com o Acesso Aberto ao conhecimento e com todas as outras vertentes da ciência aberta. A ConfOA assume-se como o espaço privilegiado para promover a partilha, discussão e divulgação de conhecimentos, práticas e investigação sobre estas temáticas, em todas as suas dimensões e perspetivas.
Assim, convidamos a comunidade a apresentar propostas de trabalhos sobre os seguintes temas:
Acolheremos propostas sobre estes temas, bem como outros temas relacionados com os aspetos políticos, sociais, organizativos ou técnicos relacionados com o Acesso Aberto e a Ciência Aberta.
Comunicações (Apresentação oral de 15 minutos)
As propostas para comunicação devem ter um mínimo de 2 páginas e um máximo de 4 páginas (ver e utilizar o modelo de proposta de comunicação). As propostas devem apresentar investigação ou desenvolvimento originais, privilegiando-se os trabalhos que relatem casos gerais (ou seja relativos a mais do que uma instituição ou sistema) e/ou que tenham relevância para uma audiência alargada.
As propostas com qualidade e relevância que não possam ser aceites como comunicações, poderão ser consideradas para apresentação como Pecha Kucha ou Póster.
Pecha Kuchas
Os Pecha Kucha são apresentações de 7 minutos, com não mais de 24 slides. As propostas deverão ter um mínimo de 1 página e um máximo de 2 páginas (ver e utilizar o modelo de proposta de Pecha Kucha). As propostas de Pecha Kucha podem apresentar trabalhos de investigação e desenvolvimento recentes ou em conclusão, e eventualmente casos concretos e localizados, mas com interesse e relevância geral.
As propostas com qualidade e relevância que não possam ser aceites como Pecha Kucha poderão ser consideradas para apresentação como Póster.
Painéis
As propostas de painel deverão ter um mínimo de 1 página e um máximo de 2 páginas (ver e utilizar o modelo de proposta de painel). As sessões de painel devem versar sobre temas e assuntos (das tecnologias às políticas) que tenham potencial interesse para a maioria dos participantes na ConfOA. Os painéis devem incluir diversos participantes como apresentadores (e desejavelmente com diversidade de pontos de vista, contextos, etc.). O painel deve prever tempo para pequenas apresentações dos integrantes do painel, e tempo para discussão com a audiência. O tempo total do painel será de 90 minutos.
Pósteres
Convidamos a apresentação de propostas de pósteres, que devem ter 1 página (ver e utilizar o modelo de proposta de póster), que servem para apresentar trabalho ainda em desenvolvimento ou experiências locais. Os pósteres serão exibidos em formato papel ou formato digital (serão dadas indicações e instruções para a apresentação dos pósteres após a aceitação das propostas), e serão apresentados oralmente na sessão “O meu Póster num minuto”.
Workshops e Tutoriais
O último dia da ConfOA será dedicado à realização de workshops e tutoriais.
Convidamos a apresentação de propostas de workshops e tutoriais sobre aspetos práticos ou teóricos relacionados com os temas da conferência. Deve ser utilizado o modelo de proposta de workshop ou tutorial, e a proposta de tutorial deve contemplar os seguintes aspetos:
Datas importantes:
10 de janeiro 2018: Chamada de trabalhos
09 de abril 2018: Fim do prazo para apresentação de propostas
15 de junho 2018: Notificação da aceitação das propostas
Como descrito no editorial deste suplemento, a temática central dos trabalhos (Do acesso aberto à ciência aberta) foi desenvolvida em torno de três eixos temáticos: (1) Acesso aberto e dados científicos abertos: marcos legais, políticas e práticas; (2) Ciência aberta e outras expressões de conhecimento aberto; e (3) Sistemas de gestão de informação de ciência e tecnologia.
Encontramo-nos em Lisboa, de 2 a 4 de outubro, para a ConfOA 2018.
A 9ª edição da Conferência Luso-Brasileira de Acesso Aberto irá realizar-se no ISCTE-IUL, em Lisboa, nos dias 2, 3 e 4 de outubro de 2018.
Dando continuidade ao êxito das edições anteriores e mantendo a parceria desde 2010, o evento é organizado pelos Serviços de Documentação da Universidade do Minho (SDUM), pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) e pela Instituição que acolhe o evento que, em 2018 será o ISCTE-IUL.
A ConfOA, com realização alternada entre Portugal e Brasil, tem como objetivo reunir as comunidades portuguesa e brasileira, que desenvolvem atividades de investigação, desenvolvimento, gestão de serviços e definição de políticas relacionadas com o Acesso Aberto ao conhecimento e com a Ciência Aberta, com o propósito de promover a partilha, discussão e divulgação de conhecimentos, práticas e investigação sobres estas temáticas, em todas as suas dimensões e perspetivas.
Durante o mês de janeiro serão divulgados os formatos, as modalidades e o período em que os trabalhos poderão ser submetidos.
Um crescente número de organismos de financiamento de ciência e instituições de investigação têm vindo a adotar políticas relativas à gestão e partilha dos dados produzidos no âmbito de projetos de investigação. A elaboração de um Plano de Gestão de Dados (PGD) tem-se por isso tornado um requisito comum.
Os planos de gestão de dados de investigação especificam os diferentes aspetos da criação dos dados, do armazenamento, das cópias de segurança, da documentação e descrição, do arquivo e preservação e ainda da abertura e licenciamento de dados. O PGD é um documento vivo que descreve como os dados produzidos e recolhidos são tratados durante e após um projeto de investigação, identificando como é que serão criados e documentados, quem poderá aceder aos mesmos, como reutilizá-los e onde serão armazenados e preservados.
A Comissão Europeia (CE), no quadro das políticas de Ciência Aberta, definiu para o programa Horizonte 2020 (H2020) uma política de dados abertos que visa melhorar e maximizar o acesso e a reutilização dos dados de investigação gerados pelos projetos que financia. Os requisitos da CE estabelecem que os investigadores devem realizar o depósito dos dados de investigação, incluindo metadados associados, necessários para validar os resultados apresentados em publicações científicas. Sublinham ainda a necessidade de definição de planos para a gestão dos dados produzidos que devem ser apresentados nos primeiros seis meses do projeto.
Como fazer um plano?
A ferramenta DMPonline disponibiliza um modelo parametrizado segundo os requisitos dos Dados Abertos de Investigação do Programa H2020. Tem também grande utilidade para a elaboração de planos de gestão de dados para outros financiadores ou no âmbito de projetos de investigação.
A DMPonline foi criada pelo Digital Curation Centre (DCC) do Reino Unido, e desenvolvida em colaboração com o Curation Center da Universidade da Califórnia (UC3), seguindo a informação de apoio facultada pela aplicação e tendo como referência os modelos de planos disponibilizados para diferentes financiadores de ciência e inovação.
A informação disponibilizada na infraestrutura OpenAIRE para cumprimento dos requisitos dos Dados Abertos de Investigação no H2020 está disponível, e é possível aceder aos vários recursos que o portal FOSTER - Facilitate Open Science Training for European Research faculta. Consulte os diferentes exemplos de Planos de Gestão de Dados disponibilizados no site do DCC.
Saiba mais:
https://www.openaire.eu/opendatapilot-dmp
http://www.dcc.ac.uk/resources/data-management-plans/guidance-examples