Página do Projecto RCAAP (Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal)
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Foi prorrogado até ao próximo dia 22 de abril de 2018 o prazo de submissão dos trabalhos para a a 9ª Conferência Luso-Brasileira de Acesso Aberto (ConfOA), que este ano se irá realizar nos dias 2 e 3 de outubro (com workshops pós-conferência previstos para 4 de outubro), no campus do ISCTE-IUL, em Lisboa.
Assim, convidamos a comunidade a apresentar propostas de trabalhos sobre os seguintes temas:
Recordamos que termina já no próximo dia 09 de abril o prazo para submissão de trabalhos para a 9ª Conferência Luso-Brasileira de Acesso Aberto (ConfOA), que este ano se irá realizar nos dias 2 e 3 de outubro (com workshops pós-conferência previstos para 4 de outubro), no campus do ISCTE-IUL, em Lisboa.
Assim, convidamos a comunidade a apresentar propostas de trabalhos sobre os seguintes temas:
Acolheremos propostas sobre estes temas, bem como outros temas relacionados com os aspetos políticos, sociais, organizativos ou técnicos relacionados com o Acesso Aberto e a Ciência Aberta.
O processo de apresentação e modelos das propostas estão disponíveis para consulta e download no website da ConfOA. Aguardamos pela submissão dos vossos trabalhos: http://confoa.rcaap.pt/2018/submissoes-on-line/
A FCT publicou um estudo sobre Modelos, Políticas e Custos de Acesso Aberto, no âmbito da implementação da Política Nacional de Ciência Aberta. Este estudo está disponível desde fevereiro nas páginas de Acesso Aberto da FCT e na página da Ciência Aberta.
A variedade de interpretações e níveis de implementação das políticas de Acesso Aberto, bem como o volume de literatura sobre o tema, refletem o desafio e a complexidade de tornar aberto o acesso à produção científica financiada pelo Estado.
Este estudo vem colmatar a falta de um documento de base, em português, sobre a evolução do sistema de publicação científico que se tem tornado crescentemente complexo, e que identifica a variedade, características e implicações financeiras dos novos modelos de negócio criados em torno do Acesso Aberto, bem como ilustra a existência de um conjunto de políticas de Acesso Aberto, desde o nível institucional até ao Europeu, que contribuem para um quadro complexo e divergente.
O documento, organizado em 5 secções, começa com (1) a caracterização a evolução da comunicação académica e (2) dos atuais modelos de publicação, (3) faz uma análise e comparação de políticas de Acesso Aberto, (4) apresenta uma previsão de custo potencial a nível nacional para aceder aos artigos de revistas científicas, e 5) conclui com um conjunto de recomendações com vista à melhoria das condições de acesso à informação científica.
Post escrito por: Inês Lopes da Fonseca - Gabinete de Estudos & Estratégia - FCT
O que é o ORCID iD? O ORCID (Open Research and Contributor ID) é um identificador digital único e persitente que distingue um investigador de outro, resolvendo problemas de ambiguidade, substituíndo as variações de nome por um único código numérico composto por algo semelhante a "0000-0002-0123-208X". Facilita a gestão das atividades académicas e de investigação. As bases de dados Web of Science e Scopus, entre outras plataformas, estão já integradas com o sistema ORCID, basta que os próprios investigadores atribuam a autorização.
Porquê criar mais um Identificador?
1 - Registe-se
O registo é gratuito para os investigadores, independentemente de ter ou não outros identificadores, não tem fins lucrativos e não está associado a nenhuma editora. O registo não demora mais do que 30 segundos. Obtenha o seu identificador ORCID aqui. Se já possui um ORCID iD e não se lembra do número, poderá aceder ao website e pesquisar em: https://orcid.org/orcid-search/search2- Adicione informações
Complete todas as informações quando efetuar o registo ORCID e permita:3 - Use o ORCID iD
Inclua, sempre, o identificador ORCID:No contexto dos Repositórios Institucionais integrados no Serviço de Alojamento de Repositórios Institucionais (SARI), todo o worflow já está configurado e disponível para receber o TID aquando do depósito ou, mais tarde, na edição dos trabalhos já depositados. Este processo aplica-se também aos repositórios que tenham incorporado os requisitos para as teses e dissertações. No momento de depósito dos trabalhos que já tenham sido previamente registados na plataforma RENATES, basta inserir o identificador no seguinte campo:
Para os trabalhos que já tinham sido depositados mas que só agora se efetou o registo ou que só agora se tomou conhecimento do identificador TID, basta localizar o trabalho e efetuar a edição do mesmo:
1- Editar o Registo

2 - Adicionar um novo campo "dc.identifier.tid" com a indicação do TID

3 - Clicar em atualizar para guardar as alterações efetuadas.
Após este processo, o registo do repositório possui adeaquadamente o TID e permitirá a sua divulgação nos restantes sistemas.
Tecnicamente, o próximo passo é a exibição da informação do TID no protocolo OAI-PMH do repositório. Por norma, o OAI-PMH do repositório é atualizado diariamente, pelo que um trabalho depositado ou editado num dia ficará apenas disponível nesse interface no dia seguinte. Para consultarem o endereço OAI-PMH, na maior parte dos casos basta adicionar ao endereço do repositório o valor "/oai/request", por exemplo, o repositório Comum: https://comum.rcaap.pt tem o OAI-PMH em: https://comum.rcaap.pt/oai/request . Podem consultar os endereços OAI-PMH dos repositório no diretório do Portal RCAAP: https://www.rcaap.pt/directory.jsp . Após identificarem o endereço do OAI-PMH do vosso repositório, podem verificar no menu "Identifiers" os trabalhos do repositório e os metadados expostos. ![]()
Para consultar um item em particular, basta clicar no primeiro item que aparece na lista em "View Details".
E substituir o último número no URL pelo número do trabalho que pretendem analisar. Por exemplo, neste caso substituir o 12 por 20184. https://comum.rcaap.pt/oai/request?verb=GetRecord&metadataPrefix=oai_dc&identifier=oai:comum.rcaap.pt:10400.26/12 Passa a https://comum.rcaap.pt/oai/request?verb=GetRecord&metadataPrefix=oai_dc&identifier=oai:comum.rcaap.pt:10400.26/20184.
Neste caso, vamos ver o que é exposto no OAI-PMH para o trabalho: https://comum.rcaap.pt/handle/10400.26/20184. Na listagem dos elementos de metadados conseguimos identificar o TID do trabalho corretamente exposto:
Neste caso em particular, o TID está corretamente exposto pelo repositório. O próximo passo é o Portal RCAAP identificar e agregar essa informação.
No contexto dos Repositórios Institucionais locais que não são abrangidos pelo Serviço de Alojamento de Repositórios Institucionais (SARI) deverão implementar os seguintes requisitos:
Estas instruções têm por base a plataforma DSpace 5.x, contudo, os requisitos base são idênticos para outras plataformas.