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FAQ'S

Como é que o DSpace preserva o material digital?

O DSpace identifica dois níveis de preservação digital: preservação de bits e preservação funcional.

  • A preservação de bits assegura que um ficheiro continua exatamente igual ao longo do tempo - não é modificado um único bit - enquanto meio físico que o rodeia evolui.
  • A preservação funcional vai mais longe: o ficheiro não se modifica ao longo do tempo para que possa ser imediatamente usado na sua forma original, enquanto o formato digital (e o meio físico) evoluem ao longo do tempo.

Alguns formatos de ficheiros podem ser preservados funcionalmente, usando formatos de migração direta, como imagens TIFF ou documentos XML. Outros formatos, por outras razões, são mais difíceis de preservar funcionalmente. Ninguém pode prever que tipo de formatos uma instituição vai usar para a criação das suas produções intelectuais. Usam-se as ferramentas de acordo com os fins pretendidos e as bibliotecas recebem-nos a todos. Por este facto existem três níveis de preservação definidos para um determinado formato: suportado, conhecido ou não suportado.

  • Formatos suportados serão funcionalmente preservados através do uso do formato de migração ou técnicas de emulação. Exemplos: TIFF, SGML, XML,AIFF and PDF.
  • Formatos conhecidos são aqueles que não podemos prometer a sua preservação, como formatos proprietários ou formatos binários, mas que são tão usuais que versões de migração de terceira geração poderão surgir e ajudar na migração desses formatos. Os exemplos incluem o Microsoft Word and Powerpoint, Lotus 1-2-3, and WordPerfect.
  • Formatos não suportados são aqueles que ainda não conhecemos suficientemente bem para fazermos algum tipo de preservação funcional. Isto inclui alguns formatos proprietários ou software único.

Para os três níveis, o DSpace faz a preservação de bits para que futuros “arqueólogos digitais” possam ter material para trabalhar se este for de interesse.

Equipas de desenvolvimento do DSpace estão a trabalhar em parceria com outras instituições (particularmente a Universidade de Cambridge no Reino Unido) para desenvolver novos procedimentos de upload para converter formatos não suportados ou formatos conhecidos em suportados, e melhorar a capacidade do DSpace para preservar os metadados e proceder a migrações periódicas de formatos.

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