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Formulário para definição e registo da política de auto-arquivo

Formulário

Perguntas Frequentes:

  1. A revista está online, o que fazer?
  2. A instituição contatada tem mais do que uma revista, é necessário preencher mais do que um formulário?
  3. A revista está morta, é necessário preencher o formulário?
  4. Os autores (professores/investigadores) já colocam os artigos no repositório da sua instituição, o que fazer?
  5. A revista não se encontra no âmbito do Projeto Blimunda, e agora?
  6. O responsável pela revista não pretende definir uma política de auto-arquivo, o que fazer?
  7. A instituição não tem verbas para a digitalização da(s) revista(s)?

Perguntas Frequentes:

  1. A revista está online, o que fazer?

  2. É com alguma frequência mencionado que a revista já está online logo não é necessário o preenchimento do formulário para definição da política de auto-arquivo. Nestes casos é necessário reforçar junto da editora que, embora seja de grande valia o facto de a revista já se encontrar online, não invalida a definição de uma política e inserção da política da revista na base de dados Serpa/RoMEO.

  3. A instituição contactada tem mais do que uma revista, é necessário preencher mais do que um formulário?

  4. Sim, aconselha-se que se preencha um formulário para cada revista, porque podem existir revistas da mesma instituição que tenham politicas de auto-arquivo diferentes, assim como informação específica para a sua caracterização, por exemplo: categoria, ISSN e sítio Web.

  5. A revista está morta, é necessário preencher o formulário?

  6. Sim, mesmo que a revista já esteja morta podem existir autores interessados em colocar, em acesso aberto, no repositório da sua instituição, o artigo disponível numa dessas revistas.

  7. Os autores (professores/investigadores) já colocam os artigos no repositório da sua instituição, o que fazer?

  8. Mesmo que os autores já coloquem os artigos no seu repositório institucional não invalida que a instituição defina políticas de auto-arquivo para as revistas que edita. É sempre importante para um autor conhecer a política de auto-arquivo existente, para um processo correto de auto-arquivo.

  9. A revista não se inclui no âmbito do Projeto Blimunda, e agora?

  10. Sempre que a revista é considerada uma revista científica ou de grande interesse científico está enquadrada no âmbito do Projeto Blimunda e requer que seja definida uma política de auto-arquivo em repositórios institucionais.

  11. O responsável pela revista não pretende definir uma política de auto-arquivo, o que fazer?

  12. Mesmo que o responsável pela revista não tenha interesse em definir uma política de auto arquivo é imprescindível reforçar a ideia de que mesmo não permitindo o auto-arquivo em repositórios institucionais é importante que os autores tenham acesso a essa informação. Têm sempre a possibilidade de escolher a opção não permitir o auto-arquivo em repositórios institucionais.

  13. A instituição não tem verbas para a digitalização da(s) revista(s)?

  14. Não se pretende, com este projeto, a digitalização da(s) revista(s). Mesmo que um artigo não se encontre disponível em formato digital não impede que seja o próprio autor a digitalizá-lo e a depositá-lo no repositório, se a política de auto-arquivo definida o permitir. Mesmo que uma revista não se encontre em formato digital não invalida o facto de ter uma política de auto-arquivo que permita o depósito, em acesso aberto, em repositórios institucionais.